Esta noite, no Estádio Olímpico, GRÊMIO e UNIVERSIDAD DE CHILE,
não sairam do 0 a 0. Foi, provavelmente, a maior injustiça do futebol mundial de todos os tempos. Nos meus 48 anos de vida, núnca presenciei algo igual.
O tricolor gaúcho, pressionou do primeiro ao último minuto da partida, chutou DUAS bolas na trave, o Árbitro deixou de marcar DOIS pênaltis escandalosos em favor da equipe gaúcha - do jeito que foi hoje, talvez mesmo que o Uruguaio Martin Vázquez, tivesse assinalado os DOIS pênaltis, provavelmente a bola não teria entrado -, e mais inúmeras finalizações defendidas pelo goleiro, zagueiros, ou que simplesmente se perderam pela linha de fundo. Sem exagero algum, poderia ter acontecido uns 10 gols na partida. O Grêmio foi superior o tempo todo, apresentou bom futebol. Celso Roth optou por escalar Jadilson na ala-esquerda deixando o time mais ofensivo. Nada disso bastou para trazer a vitória. As defesas do arqueiro adversário, somadas às bolas que tiveram como destino a trave mantiveram o placar zerado até o fim. Os dois clubes voltam à Libertadores em março. O Grêmio entra em campo no dia 11, quando irá enfrentar o Boyacá Chico. Já o Universidad do Chile tem disputa na próxima semana contra o Aurora, em casa. Até lá, ambos voltam-se para os campeonatos locais. Na sexta, o Tricolor brigará por uma vaga na decisão do primeiro turno do Gauchão contra o Veranópolis. Pelo Torneio Apertura, os chilenos receberão o Municipal de Iquique, no sábado.
O Universidad do Chile começou surpreendendo. Nos primeiros seis minutos de jogo, os visitantes foram ao ataque. Levantaram bola na área, contra-atacaram e finalizaram. Foi só. A força ofensiva logo foi domada e o perigo não rondou mais a defesa tricolor.Com o domínio da partida, o Grêmio empilhou oportunidades, mas não marcou. Com vantagem constante dos alas Ruy e Jadilson sobre seus marcadores, o lado do campo foi bastante utilizado pelo time de Celso Roth. Em jogadas cujas origens foram pelo alto, Réver (na segunda foto, cabeceando sobre o gol de Pinto) fez a bola passar perto do gol adversário em um par de oportunidades. O goleiro Pinto precisou se esticar todo duas vezes, em chutes de Tcheco e cabeçada de Jonas.
Por alguns minutos, a pressão foi abrandada. Porém, ela retornou dos minutos finais da primeira etapa. Alex Mineiro tentou de cabeça. Enquanto Souza arriscou de longe, parando na trave.Ela seguiu empacando a vida gremista na estreia da Libertadores. Com 10 minutos da segunda etapa, a trave e o goleiro Pinto evitaram algumas vezes a abertura do placar. No primeiro lance, o goleiro defendeu cabeçada de Rafael Marques. Depois, espalmou tiro de Souza e a bola ainda estourou no poste.
Logo em seguida, Rafael Marques tentou duas vezes na mesma jogada. Em uma delas, o zagueiro tirou em cima da linha (terceira foto). No rebote, a finalização encontrou outro oponente no meio do caminho. No mesmo lance, Ruy bateu para Pinto e a trave (última foto) deixarem mais uma vez o grito de gol preso nas arquibancadas do Olímpico.
Aos 24 minutos, Alex Mineiro teve a sua segunda chance da noite. Driblou o goleiro, mas chutou desviado, facilitando o desvio por parte do defensor chileno. Quatro voltas no relógio depois - quando La U tinha um jogador a menos devido à expulsão de Diáz -, Jonas foi derrubado na área, mas o juiz Martín Vázquez nada marcou.Roth tentou um pacote de mudanças para evitar o empata, terminando o jogo somente com um zagueiro. Mas as mudanças não surtiram os efeitos pretendidos. A pressão virou pressa e o 0 a 0 virou realidade.
Uma baita injustiça contra o tricolor gaúcho.
FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 0 X 0 UNIVERSIDAD DO CHILE
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data: 25 de fevereiro de 2009, quarta-feira
Árbitro: Martín Vázquez (Uruguai)
Assistentes: Carlos Pastorino e Miguel Nievas (ambos do Uruguai)
Cartões amarelos: Iturra, Angel Rojas e Diáz; Alex Mineiro; Ruy e Rafael Marques (G) Cartão vermelho: Diáz (U)
GRÊMIO:
Victor;
Léo (Douglas Costa), Rever e Rafael Marques (Fábio Santos);
Ruy, Adilson, Souza, Tcheco e Jadílson (Reinaldo);
Jonas e Alex Mineiro
Técnico: Celso Roth.
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UNIVERSIDAD:
Pinto;
González, Rivera e Olarra;
Díaz, Iturra (Contreras), Seymour, José Rojas e Angel Rojas (Cuevas);
Olivera e Hernández (Juan González)
Técnico: Sergio Markarian.
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by J. LEÃO.

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